Mantenha o bicho-mineiro longe da sua lavoura de café

Considerada até pouco tempo secundária, essa praga tem se tornado cada vez mais significante nos dias de hoje e vem acarretando perdas de até 80% na produtividade do cafeeiro e de até 75% na desfolha

15/10/2020 18:13:59

Atualizado:

16/10/2020 11:09:20

Bicho-mineiro causa prejuízos nas lavouras de café

O café é uma cultura extremamente importante para o Brasil: somos o maior produtor do planeta e sua relevância econômica é tão grande quanto sua participação histórica. Desde 1727, o grão foi um dos produtos que mais gerou riquezas para o país, e hoje continua sendo um mercado em expansão.

Segundo o relatório de julho de 2020 divulgado pelo Conselho dos Exportadores de Cafés do Brasil (Cecafé), nos primeiros sete meses deste ano, as exportações atingiram um total de volume físico equivalente a R$ 22,9 milhões de sacas de 60 kg, com receita cambial de US$ 3 bilhões. Na safra 19/20, mais de um terço do abastecimento mundial de café saiu do Brasil, o equivalente a 30,7% das exportações.

Além da importância econômica, a cadeia produtiva do café gera milhares de empregos e contribui significativamente com a renda e a qualidade de vida das pessoas envolvidas com a cultura.

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Desta forma, falar sobre o grão envolve também a escolha das melhores técnicas de manejo para que seja extraído o máximo em produtividade e rentabilidade, com cafezais saudáveis e prósperos para as próximas safras. 

Entre as ameaças que causam apreensão ao cafeicultor está o bicho-mineiro (Leucoptera Coffeella), considerado a principal praga da cultura, podendo ocasionar prejuízos significativos para o produtor.

Investir em um inseticida de solo sistêmico faz parte das práticas de manejo que envolvem o controle do bicho-mineiro nos cafezais. Confira o porquê é importante controlar a infestação desta praga.

Bicho-mineiro: a dor de cabeça do cafeicultor

O bicho-mineiro é considerado, hoje, a praga mais preocupante para o produtor de café devido aos inúmeros danos que causa na lavoura, reduzindo o potencial produtivo da plantação corrente, diminuindo a área produtiva para a próxima safra e impactando negativamente na rentabilidade. 

Antes considerada secundária, esta praga vem acarretando inúmeros prejuízos nos últimos anos, podendo causar perdas que variam entre 30% e 80% na produtividade do cafeeiro, e até 75% de desfolha, dependendo da severidade e do momento de ataque.

Essa espécie de lagarta chegou ao Brasil por volta de 1851 por meio de mudas de café provenientes da Ilha de Bourbon e Antilhas e é extremamente comum a sua ocorrência na América do Sul e Central, regiões com condições favoráveis ao seu surgimento. Entre essas condições, pode-se destacar:

  • Altas temperaturas: aceleram o ciclo do bicho-mineiro;
  • Clima seco: grandes períodos sem chuva favorecem o aumento da praga na lavoura e
  • Ausência de controle biológico: falta de inimigos naturais que parasitam e controlam, junto ao inseticida, o aumento populacional da praga.

O nome vem da característica da praga ao causar o dano na planta do café: ele vai “minando” as folhas até que elas percam a área fotossintética, fiquem fracas, quebradiças e caiam. A desfolha descontrolada da lavoura gera uma série de problemas com prejuízos no campo e na produtividade da safra atual e futura.

O ataque ao cafeeiro se dá pela lagarta, que se esconde nas folhagens durante o período do dia e ataca a planta no período noturno. É importante atentar-se ao ciclo reprodutivo desta praga, que dura entre 20 a 87 dias, dependendo do clima onde está localizada a lavoura, para controlar o quanto antes sua infestação.

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Além disso, é necessário monitorar o número de mariposas. Mesmo que o ataque se dê pela lagarta, observar a evolução delas e prevenir o seu aumento evitará uma dor de cabeça futura para o cafeicultor.

Por isso, a escolha por práticas de manejo eficazes contra o bicho-mineiro é importante. Neste sentido, Durivo, da Syngenta, é a solução indicada para o controle da praga e para proteção do cafezal.

O inseticida conta com dois princípios ativos de ação superior e controle vigoroso para toda a lavoura.

 

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Cafezal com mais vigor

Durivo é um inseticida sistêmico de aplicação em solo para o controle do bicho-mineiro e é eficaz também contra a cigarra-do-cafeeiro (Quesada gigas), que também causa prejuízos ao cafeicultor.

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Sobre a cigarra-do-cafeeiro

É uma praga dos cafezais que aparece, geralmente, em áreas de abertura para novos plantios e é mais comum em floresta e solo de Cerrado.

É na fase de ninfas que acontece a destruição: ela penetra no chão, se fixa às raízes e suga toda a seiva elaborada da planta, construindo galerias no solo.

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As consequências para a lavoura são:

  • Enfraquecimento na parte aérea do cafeeiro;
  • Deficiência nutricional e amarelamento das folhas;
  • Ramos secos;
  • Baixa produtividade do cafezal.

Destacam-se três grandes benefícios na aplicação de Durivo

  • Controle vigoroso: a solução age como um todo na planta, protegendo o cafeeiro do bicho-mineiro, além de potencializar o desenvolvimento da planta, com o crescimento saudável e fortalecimento das raízes;
  • Combinação de princípios ativos: dois poderosos ingredientes (Tiametoxam + Clorantraniliprole) que agem para um melhor controle e com manejo de resistência;
  • Maior produtividade e maior rentabilidade: por ser um excelente inseticida de solo que potencializa o programa de controle e estabelece um novo patamar  de vigor em plantas jovens e em produção.

Saiba mais sobre os danos que o bicho-mineiro causa na lavoura e os diferenciais de Durivo no cafezal com Luiz Fernandes, que atua no Departamento Técnico de Mercado da Syngenta:

  1. Por que o bicho-mineiro é uma praga tão temida nos cafezais?

Luiz Fernandes: O bicho-mineiro é uma lagarta que, se não for controlada, faz um estrago imenso na lavoura, gerando muitos prejuízos para o produtor. Chama-se “bicho-mineiro” porque é uma lagarta bem pequena, de difícil visualização, que vai “minando” as folhas, fazendo com que elas fiquem bem fracas a ponto de cair, causando uma grande desfolha na lavoura.

  1. E como controlar o bicho-mineiro nas lavouras de café?

A Syngenta conta com o Durivo, que é um inseticida sistêmico de solo que controla especialmente o bicho-mineiro. Essa função sistêmica da solução faz com que o produto entre pelas raízes e se espalhe por todo o caule até chegar nas folhas, protegendo-as e controlando as lagartas. Vale ressaltar que ao controlar o bicho-mineiro, reduz também o número de mariposas que atingem a idade adulta, reduzindo a formação de novas lagartas que podem atacar a lavoura futuramente.

  1. Quais os principais danos causados pelo bicho-mineiro nos cafezais?

O ataque do bicho-mineiro gera a desfolha e o depauperamento da planta. Isso significa que o produtor perde área produtiva para a próxima safra, pois a planta fica muito fraca. Além disso, a desfolha na safra corrente deixa os frutos mais expostos e mais suscetíveis a outras pragas e doenças, a peneira (tamanho do grão) fica menor, perde peso, tamanho e qualidade. O resultado disso é um rendimento bem aquém do esperado pelo produtor.

  1. Durivo tem o diferencial de ter o vigor sistêmico. O que seria esse benefício?

Com certeza o vigor é um diferencial desse produto da Syngenta para os demais que estão no mercado, pois ao ser absorvido pelas raízes e atingir toda a planta, a solução cria um período de proteção contra o bicho-mineiro 20% maior comparado a outros produtos do mercado. Ele promove um efeito bioativador, ou seja, além de controlar a praga, potencializa o crescimento da planta, promovendo um desenvolvimento superior do sistema radicular de forma que ela explore melhor todos os nutrientes e a água livre do solo. Assim, temos plantas bonitas, viçosas, protegidas e com frutos de boa qualidade, o cafezal fica com mais vigor e traz maior rentabilidade para o produtor.

5. Quais são as regiões mais afetadas pelo bicho-mineiro?

As regiões que mais sofrem com a infestação de bicho-mineiro são o Cerrado Mineiro, Bahia e o norte de Minas, por conta do clima quente e seco que é favorável a sua rápida proliferação. Essas regiões precisam ficar mais atentas aos ataques da praga para não ter prejuízos. Vale lembrar que Durivo também controla a cigarra-do-cafeeiro, uma praga que não é tão recorrente, mas que se você não tratar do início, vira uma grande dor de cabeça para o produtor de todas as partes do Brasil. A cigarra-do-cafeeiro é um mal adormecido, faz o estrago no estágio de ninfas que ficam alocadas embaixo da terra, se fincam nas raízes e vão se alimentando da seiva elaborada da planta, deixando-a completamente fraca e com problemas de desenvolvimento e crescimento.

 

Eficácia comprovada em lavouras de diferentes idades

A eficiência de Durivo para uma lavoura mais saudável, com grãos de qualidade e boa rentabilidade, foi testada e comprovada por produtores de todo o Brasil.

O cafeicultor Artede Rodrigues atestou os resultados satisfatórios para o controle da praga e, também, para o aumento na produtividade em Piumhi, Minas Gerais, região que sofre com o ataque do bicho-mineiro.

Assim como o Artede obteve sucesso com Durivo em sua lavoura adulta, o consultor Kaique Mendonça confirmou que a aplicação da solução realizada em oito novos campos resultou em mais vigor aos cafezais, eficácia no controle do bicho-mineiro e maior produtividade na colheita, chegando a um número entre 5 a 10 sacas a mais por hectare, contribuindo também com maior rentabilidade para o produtor.

Durivo: experimente a diferença de um controle vigoroso. Sempre ao lado do produtor, a Syngenta conta com um portfólio de produtos para o agricultor extrair o máximo em produtividade e rentabilidade da sua lavoura, por isso desenvolveu o PRAGA ZERO, um manejo eficaz, ancorado na mais alta tecnologia para o controle de bicho-mineiro em regiões de alta infestação. 

O programa associa os melhores produtos para controle dessa praga à técnicas de manejo para que o produtor pare de perder sua produtividade para o bicho-mineiro.

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