Doenças da soja: antes de tudo, proteja a sua lavoura

O complexo de doenças resistentes que atinge a cultura pode ser prevenido e controlado logo nas primeiras aplicações

16/06/2020 17:12:55

Complexo de doenças da soja pode causar sérios danos à lavoura

O complexo de doenças da soja é um grande inimigo do produtor. Isso porque pode comprometer os bons resultados no campo, impedindo o desenvolvimento esperado da lavoura. Investir em tecnologias que combatam os patógenos logo nas primeiras aplicações, pode proporcionar maior produtividade da cultura.

Entre as doenças que causam prejuízos nas lavouras brasileiras, a ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi) é uma das mais comuns e está no ranking das que proporciona maiores perdas, podendo atingir cifras de até R$ 2,8 bilhões ao ano.

Responsável pela desfolha precoce que impede a formação completa dos grãos e, consequentemente, gera queda na produtividade, a incidência da doença, segundo a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa e Agropecuária) pode gerar danos de até 90% da produção.

A princípio, a ferrugem asiática pode ser percebida por causar pequenos pontos escuros na parte superior do tecido foliar enquanto, na parte inferior da folha, formam-se as urédias, parecidas com verrugas. Este é o espaço que o fungo usa para produzir seus esporos.

O ataque segue com a coloração das urédias passando a obter um tom castanho-escuro. Por sua vez, a folha atacada fica mais clara e com o aspecto de seca.

A ferrugem asiática é comum em todas as regiões produtoras do país e sua incidência, combinada com um clima que favoreça o seu desenvolvimento, é o que determina os danos causados à cultura.

O controle da doença é difícil, mas pode ser evitado, a princípio, através da escolha de cultivares mais resistentes. Mesmo assim, os riscos de infestação existem e o controle químico, desde as primeiras aplicações, acaba sendo a forma mais eficaz de controlar e combater o fungo.

Além dos danos causados pela ferrugem asiática, existem outras doenças que também representam prejuízos para a lavoura e que merecem atenção do produtor, como:

  • Mancha-alvo (Corynespora cassiicola): causada por um patógeno onívoro, é capaz de causar doenças a um hospedeiro. Os danos causados à lavoura podem comprometer até 25% da produção;
  • Mancha-parda (Septoria glycines): com maior incidência no final do ciclo, a doença pode comprometer a qualidade dos grãos e das folhas da planta. Resistente, o fungo sobrevive mesmo depois da colheita do grão e, sem o tratamento correto, pode atacar a cultura nos plantios posteriores;
  • Antracnose (Colletotrichum truncatum): afetando a soja no período inicial da formação de vagens, a doença ocorre com mais frequência em regiões secas e com altas temperaturas, podendo comprometer toda a extensão da planta e causar a perda total da produção;
  • Septoriose (Septoria lycopersici): com incidência em qualquer período do ciclo, o ataque da doença é muito severo e possui grande potencial destrutivo. Trata-se da ação de um fungo que pode comprometer até 100% da produção;
  • Oídio (Erysiphe diffusa): com desenvolvimento feito na parte inferior da planta, a doença é perigosa. O ataque pode gerar perdas de até 40% e é percebido através de uma camada branca que se forma no tecido foliar;
  • Crestamento foliar e mancha-púrpura (Cercospora kikuchii): parte das doenças do final de ciclo da safra, o crestamento reduz a qualidade do grão germinado e corre o risco de se associar a outras doenças, comprometendo ainda mais a sanidade da planta. As perdas podem atingir cerca de 20% da lavoura.

O papel da soja para o agronegócio brasileiro

O agronegócio tem registrado bons índices de crescimento, sendo o único setor da economia com resultados positivos nos primeiros meses de 2020. Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) indicam um aumento do setor de 1,9% em relação ao mesmo período de 2019 e a produção de soja tem importante impacto nesses resultados.

O bom desempenho da cultura elevou a produção dos grãos e impactou diretamente nas exportações realizadas pelo agronegócio, refletindo também na geração de empregos do segmento.

No Brasil, a soja ainda é pouco utilizada na alimentação humana, mas a oleaginosa não deixa de ter seu valor no mercado interno, onde seu uso fica mais concentrado na produção de óleo e de ração animal.

Além disso, a procura por outros países faz com que o grão se mantenha no topo do ranking de produtos mais exportados há mais de duas décadas. Para este ano, a estimativa é de que o país atinja a marca de 77 milhões de toneladas exportadas, segundo a consultoria Safras & Mercado.

Com o protagonismo quando o assunto são as exportações, a soja tem demanda crescente em relação a outras sementes e a versatilidade do produto garante que isso deve se manter por ainda mais tempo.

Tendo os estados do Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás e Mato Grosso do Sul como os principais produtores da oleaginosa, é importante ressaltar, também, que o Brasil ainda se destaca por ser considerado um dos países com maior potencial de expansão em área cultivada.

Doenças da soja: medidas pontuais para o combate

O bom desenvolvimento da cultura de soja e, consequentemente, os bons resultados na hora da colheita são influenciados pelo investimento em produtos de qualidade desde o início do plantio, monitoramento e realização do manejo correto ao longo de todos os ciclos.

É importante destacar que o monitoramento é um aliado do produtor na realização do manejo eficaz das doenças. A partir disso, é possível identificar a incidência dos fungos desde o início da infestação e encontrar o momento propício para intervir, extraindo o melhor do produto que vai combatê-los, zelando pela sanidade da lavoura.

Acompanhar o crescimento da cultura é uma maneira de proporcionar a qualidade dos grãos, buscando soluções de forma mais rápida para possíveis problemas causados por doenças.

A realização do manejo consciente, através do investimento em soluções que atuem não só no combate às doenças como também na prevenção delas é imprescindível para o produtor. A prática une ferramentas que agem em prol do crescimento saudável da lavoura, sem esquecer da proteção e da nutrição que a planta precisa.

Indo ao encontro de soluções que proporcionem o desenvolvimento da planta antes do aparecimento de doenças e, claro, antes do prejuízo, a Syngenta desenvolveu Elatus®, um fungicida de contato sistêmico, com amplo espectro, e que proporciona a proteção da lavoura desde as primeiras aplicações.,

Com alta seletividade, o produto é a opção recomendada para a pulverização preventiva para o controle do complexo de doenças da soja na parte aérea das culturas.

Elatus representa um novo patamar no controle das principais doenças da soja, como a ferrugem asiática e outras ameaças.

Inovador, o fungicida da Syngenta é eficaz no tratamento do complexo de doenças da soja e também das ameaças causadas por fungos considerados secundários, que também geram prejuízos e interferem na saúde da planta e na produtividade.

Elatus tem se mostrado um aliado do produtor: sua ação ocorre através de uma interação sinérgica capaz de potencializar o combate às doenças da soja logo nas primeiras aplicações na cultura.

De acordo com o pesquisador e consultor técnico da Fundação MT, Fabiano Siqueri, os resultados obtidos a partir do uso de Elatus foram muito positivos. Além disso, a união do produto à ação de Cypress foi muito assertiva. "Vamos partir para a próxima safra com um posicionamento bem definido (...) e o manejo consciente já consolidado.", explica.

O desempenho de Elatus combinado à outros fungicidas, segundo Siqueri, "coroa e consolida essa trabalho que foi desenvolvido com tanta energia."

Luís Henrique Carregal, engenheiro agrônomo e fitopatologista, pesquisador da Agrocarregal Pesquisa e Proteção de Plantas, em Goiás, destaca a realização do manejo de doenças com as ferramentas disponibilizadas pela Syngenta como referência no campo. "Tivemos uma melhora realmente considerável e hoje temos isso como um padrão de controle aqui", disse.

Os resultados positivos no investimento das soluções de manejo desde as primeiras aplicações com o uso de Elatus também foram percebidos na propriedade de Nelson Vieira, por exemplo. Produtor de grãos de Catuípe, no Rio Grande do Sul, ele conquistou o padrão Syngenta de produtividade, com crescimento de 5,7 sacas por hectare.

Antes que seja tarde, aposte em Elatus

Além de proporcionar o controle do complexo de doenças da soja e ser a melhor opção para as primeiras aplicações, outro diferencial de Elatus, da Syngenta, é sua alta seletividade. Mas você sabe o que isso significa na prática?

O controle químico é um dos principais aliados contra doenças nas lavouras e investir em produtos que controlem os fungos, sem eliminar os inimigos naturais da lavoura é importante.

O fungicida sistêmico da Syngenta possui um princípio ativo que combate os patógenos causadores de doenças quando são absorvidos pela planta, inibindo a infecção.

Ao ser aplicado, o produto é assimilado pela planta e translocado, atuando na inibição do desenvolvimento dos fungos em lesões locais, agindo de forma rápida e assertiva, permanecendo na plantação e prolongando, dessa maneira, o combate a esses patógenos.

Sua ação pode, ainda, ser potencializada através da combinação com o uso de multissítios, que agem também contra ameaças resistentes.

Elatus conta com formulação tecnológica que facilita a dissolução e vem em embalagem que facilita o descarte.

Syngenta: junto do agricultor no combate às doenças da soja

Compreendendo a sensibilidade da soja ao ataque de fungo, é importante que o agricultor escolha os métodos adequados para aumentar garantir a sanidade da lavoura e também obter mais produtividade. A soma de fatores que influenciam na qualidade da produção é essencial para garantir boas margens de lucro na hora de comercializar o produto.

Ciente disso, a Syngenta conta com a mais avançada biotecnologia do mercado, oferecendo alto potencial produtivo aliado à estabilidade e sanidade de plantas e grãos.

Para proteger sua safra das principais doenças, a Syngenta oferece diferentes soluções que são referência no mercado, desenvolvidas com altíssima mobilidade e eficácia, entregando a melhor performance no complexo de doenças, além de um efeito residual mais prolongado.

Com seu profundo conhecimento sobre as plantas, a empresa tem uma posição de destaque na indicação das melhores soluções de manejo e conta com um portfólio completo por meio de sua linha de fungicidas, herbicidas e inseticidas.

Syngenta e você: conectados dentro e fora do campo.

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