5 pragas que ameaçam sua lavoura de soja

06/04/2020 17:42:05

Atualizado:

14/04/2020 17:23:45

Helicoverpa Armígera é uma das pragas que ataca lavoura de soja

Com a expectativa de atingir a marca de 124,2 milhões de toneladas de soja na safra 2019/20, o Brasil caminha para se tornar o maior produtor do grão do mundo. No entanto, a produtividade da agricultura nacional está vulnerável ao ataque de pragas que ameaçam a lavoura.

Lagartas, percevejos e outros insetos muitas vezes imperceptíveis devastam parte dos campos e causam prejuízos imensos aos produtores rurais. Identificar essas pragas e combatê-las nos diferentes estágios da lavoura é primordial para manter o ritmo acelerado de produção no país.

Por conta da diversidade de pragas, os desafios do sojicultor para elevar a produtividade de sua lavoura são inúmeros. Afinal, além da quantidade dos possíveis invasores, existe a questão do tempo, já que eles podem afetar a plantação em diferentes estágios e de forma consecutiva.

O uso de soluções integradas e completas em momentos distintos da lavoura tem sido apontado por especialistas como a maneira mais eficaz de minimizar as perdas. Afinal, o agricultor precisa de eficiência e agilidade para maximizar sua produção.

É importante ressaltar que neste ano, com a colheita já na fase final, as perspectivas para uma produção recorde é cada vez maior. A sexta estimativa da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) para a safra 2019/2020, por exemplo, aponta para um crescimento de 8% na produção em relação à safra anterior.

É estimado, ainda, um aumento de 2,6% de área em relação à última temporada, saindo de 35.874,0 mil hectares para 36.820,8 mil.

Soja é referência no Brasil

Considerada a principal cultura do agronegócio brasileiro, a soja é uma planta originária da região de Manchúria, no nordeste da China. Trazida para a Europa no século XVII, permaneceu por mais de dois séculos como uma curiosidade botânica.

No Brasil, a primeira referência do grão data de 1882, na Bahia. No Nordeste, o cultivo não se deu de forma positiva sendo, em 1891, expandido para o Sudeste. No entanto, foi apenas a partir de 1924, já no Sul do país, que a cultura foi introduzida e tiveram início os primeiros plantios comerciais.

A partir da década de 1970, o Brasil começou a se destacar na produção de soja até chegar ao patamar de hoje, se tornando a principal fonte de renda nacional.

Nos últimos anos, a cultura vem ganhando ainda mais espaço, em especial por conta da rentabilidade quase garantida das lavouras.

Tendo os estados do Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás e Mato Grosso do Sul como os principais produtores de soja, o Brasil ainda se destaca por ser considerado um dos países com maior potencial de expansão em área cultivada.

Exportação em alta

No Brasil, a soja – ainda pouco consumida na alimentação humana por não fazer parte do hábito alimentar do brasileiro - lidera o ranking de produtos mais exportados há mais de duas décadas.

Para 2020, a estimativa é que o país atinja a marca de 75 milhões de toneladas.

Entre os estados que mais exportou o grão, se destaca o Mato Grosso. Um levantamento da FIA (Fundação Instituto de Administração) do início desse ano apontou que a China foi o país que recebeu a maior parte dessas exportações, com o total de 78%.

Outro levantamento apontou que, nos últimos anos, as exportações de soja brasileira para o país oriental subiram cerca de 30%, movimentando 68,8 milhões de toneladas.

O Brasil, aliás, tem se tornado o principal fornecedor do grão para os chineses, considerados os maiores compradores mundiais do produto.

Soja: as 5 principais pragas da lavoura

A cultura da soja no Brasil é atacada por inúmeros insetos todos os anos, causando muitos prejuízos ao setor produtivo. O controle tardio e uso incorreto de produtos são a combinação perfeita para causar perdas ao bolso do produtor.

É preciso estar atento a todas as etapas do processo evitando, assim, que a lavoura faça parte das estatísticas negativas. Conhecer os obstáculos que podem surgir no caminho é a forma mais eficaz de enfrentá-los ou, ainda, excluir a possibilidade de que surjam. Mas você sabe quais são as 5 principais pragas que atingem as lavouras de soja e como evitá-las? Confira:

1. Percevejo marrom

Considerado, atualmente, uma das principais e mais abundantes pragas da soja, o percevejo marrom (Euschistus Heros) está presente em todas as regiões de cultivo. Em algumas áreas, responde por mais de 80% do total de percevejos coletados na soja.

Um dos motivos dos prejuízos que pode ocasionar na lavoura é a demora em detectar a infestação, já que os danos geralmente são percebidos no momento da colheita.

Entre os estragos causados por ele, estão:

  • Má formação dos grãos;
  • Grãos chochos;
  • Retenção foliar;
  • Redução da produtividade.

Estudos apontam que, quando atingem a lavoura na fase inicial, os ataques podem ocasionar o abortamento de vagens e o retardamento da maturação dos grãos.

Já nos períodos mais suscetíveis da plantação (R3- 7), atacam as vagens, reduzindo o peso e tamanho de grãos, que ficam enrugados e apresentam coloração arroxeada a enegrecida.

O inseto suga a seiva da planta e se alimenta preferencialmente de vagens e grãos. Isso prejudica o enchimento dos grãos, diminuindo seu peso, e consequentemente a rentabilidade da lavoura.

O percevejo marrom pode causar, ainda, alterações nos teores de proteína e de óleo no grão e pode ocorrer, também, danos indiretos, como a transmissão de doenças e o estímulo a um distúrbio fisiológico que afeta a maturação normal das plantas atacadas. A consequência desse distúrbio é o excesso de umidade, o que afeta diretamente a colheita.

Medindo cerca de 11 mm de comprimento, essa praga tem, como o próprio nome indica, coloração marrom uniforme e o abdômen verde.

Em geral, as fêmeas ovipositam nas folhas ou vagens em formato de massas ou fileiras com 5 a 7 ovos de cor amarelada.

Ao eclodir, as ninfas iniciam o processo de alimentação, ainda que com danos insignificantes, no 2° ínstar. Já no 3° ínstar, causam grandes prejuízos.

Estudos apontam que o percevejo se multiplica em quatro gerações a cada safra, sendo que três se desenvolvem durante o cultivo e a quarta no pós-colheita, quando se alimenta de plantas hospedeiras.

Tanto as ninfas quanto os adultos sugam as vagens, danificando de forma irreversível os grãos.

Uma característica dessa praga é sua maior atividade durante o verão, quando pode ser encontrado se alimentando. Nos períodos mais frios, o inseto procura por abrigos sob a palhada, onde permanece até a chegada do calor.

Durante esse tempo de “dormência”, o percevejo acumula lipídios e não se alimenta.

Já no calor, ao atacar as vagens de soja, o percevejo marrom afeta a produtividade e a sanidade. Estima-se que as perdas cheguem a até 10 sacas de soja por hectare, sendo que, na colheita, os grãos atacados registram um peso cerca de 40% inferior aos sadios.

Controle:

Além do monitoramento constante da lavoura, com exames de plantas, recomenda-se realizar amostragens semanais nos períodos mais frescos do dia.

O manejo integrado do sistema também é indicado. O controle desse tipo de praga com o uso de produtos em pulverização se mostrou mais efetivo, devendo ser escolhidos produtos mais seletivos aos inimigos naturais.

Para o controle dos percevejos, a Syngenta oferece um inseticida que é referência no mercado por sua performance: o Engeo®Pleno S, que tem nova formulação com tecnologia Zeon, oferecendo a melhor combinação entre os efeitos de choque e residual do mercado e proporcionando, assim, mais alta eficácia no controle.

O percevejo marrom também tem inimigos naturais que podem ajudar no seu controle. Os parasitoides de ovos estão entre os mais importantes, destacando-se as espécies Trissolcus basalis e Telenomus podisi.

2. Helicoverpa

Outra praga com grande potencial de destruição nas plantações é a Helicoverpa (Helicoverpa armigera). Atualmente presente em todas as regiões de cultivos e com potencial de dano em diversas culturas, entre elas a soja, a praga não havia sido identificada no Brasil até o início de 2013.

Diferente de outras espécies de lagartas, a Helicoverpa armígera se destaca por atacar, preferencialmente, estruturas reprodutivas como flores e vagens das plantas.

Os danos se caracterizam por deformações, podridões e até quedas de partes das plantas. Nas regiões mais afetadas, as perdas nas lavouras chegaram em 30% a 40%.

Podendo aparecer durante todo o ciclo da cultura, desde a emergência até a fase reprodutiva, esta espécie tem pelos brancos na parte frontal e pintas na superior. Sua tonalidade varia entre amarela, verde, verde escura e preta.

Com alto potencial de reprodução (a mariposa pode colocar mais de mil ovos ao longo da vida), o ciclo de existência dessa espécie de lagarta dura de 30 a 60 dias.

O ovo da Helicoverpa mede de 0,4 a 0,6 mm de comprimento e 0,4 a 0,5 mm de largura e são depositados, geralmente, na parte abaxial da folha ou nos talos, flores, frutos e brotações terminais.

O estágio larval desta espécie tem seis ínstares. No 1° e 2° ínstar, são pouco móveis, se alimentam de partes mais tenras das plantas, onde podem produzir um tipo de teia ou até mesmo formar um pequeno casulo.

Na fase adulta, além de se deslocar rapidamente, tem grande capacidade de resistência, conseguindo se adaptar a diferentes ambientes, climas e sistemas de cultivo.

Controle:

Entre as indicações para o controle da helicoverpa está o MIP (Manejo Integrado de Pragas). Segundo o pesquisador da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), Samuel Roggia, esse manejo integrado é importante para monitorar a lavoura. 

“Com o auxílio das técnicas do MIP, o produtor pode monitorar suas lavouras, tendo critérios para a decisão de controle e evita a aplicação indiscriminada de inseticidas”, alertou. “É como quando fazemos uma consulta médica: para definir se precisamos ou não de medicamentos, o médico nos encaminha para realização de exames clínicos”, explica.

Pesquisas da Embrapa destacam, ainda, a importância de usar produtos que não combatam os inimigos naturais da helicoverpa.

O uso de controle químico também é indicado como uma medida emergencial. O Ministério da Agricultura sugere como ações de combate:

  • Utilizar rotação de culturas, com destruição de plantas vivas voluntárias [guaxas] e restos culturais;
  • Usar armadilhas, iscas e outros métodos de controle físico;
  • Adotar período de vazio sanitário;
  • Semear a cultura no menor tempo possível, reduzindo o período de disponibilidade de alimento para a praga;

Entre as soluções existentes, técnicos da Syngenta indicam o uso do inseticida Proclaim, que pode ser aplicado durante o período reprodutivo da cultura, onde há, geralmente, pico populacional de lagartas.

3. Lagarta Falsa-Medideira

Reconhecida devido ao seu hábito de deslocamento, como se estivesse medindo palmos, a lagarta falsa-medideira (Chrysodeixis Includens) é uma das principais desfolhadoras da soja, podendo causar estragos expressivos na plantação.

Considerada praga secundária até o início dos anos 2000, começou a aparecer com maior frequência – gerando preocupação entre os produtores – após o surgimento da ferrugem-asiática.

Estudos apontam que o uso de fungicidas com alta frequência para combater a doença nas folhas levou a um decréscimo dos fungos entomopatogênicos, que controlavam a falsa-medideira e outros insetos. 

Esse desequilíbrio no ecossistema gerou, como consequência, a mudança de praga secundária para primária da lagarta falsa-medideira.

Esse tipo de lagarta ataca com a raspagem das folhas, o que resulta em manchas claras. Na medida em que crescem, podem destruir completamente as folhas, danificando até as hastes mais finas.

Elas preferem se alimentar do limbo, deixando as nervuras intactas e aspecto rendilhado. Por se alimentar das folhas do baixeiro das plantas, essa espécie é de controle mais difícil, pela baixa exposição e dificuldade das aplicações atingirem o alvo.

Com isso, a lagarta falsa-medideira é mais tolerante a inseticidas. Isso acontece porque costuma ficar "protegida" pelo dossel da planta que, nessa fase da cultura, está fechado.

Por ser um inseto polífago, a lagarta falsa-medideira consegue se desenvolver em mais de 70 hospedeiros diferentes, desde plantas ornamentais até grandes culturas.

Os ovos, de coloração verde, são colocados isoladamente na superfície das folhas. Apresentam seis ínstares e o ciclo biológico dura em média 25 dias.

Os adultos possuem duas manchas prateadas no primeiro par de asas e as asas posteriores são de coloração marrom.

Controle:

O MIP (Manejo Integrado de Pragas), que envolve técnicas de controle químico e rotação de culturas, é indicado para combater a lagarta falsa-medideira.

No caso da rotação de culturas, ela ajuda a quebrar o ciclo da praga e reduzir a incidência da população na área.

Realizar o monitoramento constante da lavoura nas diferentes fases também é aconselhado e existem diversos predadores e parasitoides que podem, naturalmente, controlar essa praga.

O controle químico também é um importante aliado para proteger a lavoura, mantendo sua produtividade e a qualidade da cultura plantada.

A Syngenta conta com um portfólio completo para as diferentes fases da lavoura. Entre as soluções existentes, o tratamento de sementes Fortenza Duo é uma ajuda no manejo adequado, assim como o inseticida Proclaim, que atua em todos os estágios do ciclo de vida da praga.

4. Lagarta da soja

Desfolhadora mais comum na soja no Brasil, a lagarta da soja (Anticarsia gemmatalis) é uma praga de fácil reconhecimento.

Encontrada geralmente nas partes inferiores das folhas, onde busca proteção, esse inseto se alimenta do terço superior das plantas e, conforme vai se tornando maior, a desfolha aumenta.

Dependendo da densidade da população, pode se alimentar até mesmo de flores e vagens.

Sua ocorrência é maior entre novembro e março, e seu pico populacional dá-se em janeiro e fevereiro, de acordo com a região. O seu ciclo biológico total é de aproximadamente 33 dias e pode ocorrer quatro a seis gerações anuais.

A lagarta-da-soja perfura as folhas, mas deixa as nervuras centrais e laterais intactas. A desfolha causada pelo inseto pode chegar a 100% se não controlada a tempo.

Nos três primeiros estágios (lagartas até 10 mm) o consumo foliar corresponde a 5% do total. Do quarto ao sexto estágio, ela consome os 95% restantes.

De coloração verde, com estrias brancas na parte superior, a lagarta-da-soja apresenta comportamento característico de, quando perturbada, cair no solo. Na fase adulta, se transforma em mariposa de cor que varia do marrom-escuro ao cinza-claro.

Controle:

O reconhecimento e monitoramento dessa espécie de praga, associados às ferramentas disponíveis para manejo integrado de insetos, é fundamental para a proteção da lavoura.

Além disso, o monitoramento de lagartas para avaliar a densidade populacional deve ser feito constantemente por meio de amostragens.

O manejo integrado (com técnicas de controle químico e rotação de culturas) deve ser aplicado.

Em casos de pico populacional, o portfólio da Syngenta conta como opção para o controle o Ampligo e o Engeo Pleno.

5. Lagarta-do-cartucho

Conhecida também como lagarta militar, a lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) é responsável por grandes perdas na lavoura.

Essa espécie penetra no colmo, criando galerias, e causa danos consumindo as folhas. Depois do segundo ou terceiro ínstar, começam a fazer buracos nas folhas, alimentando-se do cartucho e deixando uma grande quantidade de excrementos na planta.

Geralmente só se encontra uma lagarta por planta, já que essa espécie pratica canibalismo. Ela ataca a cultura desde a emergência (cortando as plântulas) até as fases vegetativa e reprodutiva (raspando as folhas e desfolhando).

Com um ciclo de vida completado em 30 dias e o número de ovos podendo variar de 100 a 200 por postura/fêmea (totalizando uma média de 1.500 a 2.000 ovos colocados por uma única fêmea), as larvas recém-eclodidas da lagarta-do-cartucho têm a cabeça preta e o corpo de cor clara, ficando mais escura a partir do 3º dia de idade.

O adulto é uma mariposa que mede 35 mm de envergadura e com coloração que varia de cinza-escuro a marrom-escuro. Sua mariposa possui hábitos noturnos, com asas anteriores pardo-escuras e posteriores branco-acinzentadas.

Controle:

O combate da lagarta-do-cartucho está diretamente ligado à aplicação de inseticidas. Além disso, o tratamento de sementes é um método bastante recomendado nas fases iniciais da cultura.

Em condições de déficit hídrico, os tratamentos devem ser suplementados com pulverizações direcionadas para a região do cartucho.

A adoção de métodos de controle de forma integrada e consciente é a prática mais inteligente de diminuição do inseto numa lavoura.

Entre as soluções da Syngenta para o combate dessa praga estão o tratamento de sementes Fortenza Duo. É importante, também, auxiliar o manejo com inseticidas eficazes como o Ampligo no pré-plantio, que oferece um bom controle da população da praga.

Vale ressaltar ainda que, para não comprometer a produtividade, é preciso monitorar toda a lavoura, para a correta tomada de decisão.

Adotar, também, boas práticas de cultivo, como espaçamento correto e quantidade de plantas por metro quadrado, é uma ação eficaz para o combate a esse tipo de praga.

Syngenta: junto do produtor na prevenção e controle

Em geral, as lagartas e percevejos são pragas de fácil controle, quando se adota principalmente o monitoramento e o manejo integrado.

Agora que você já conhece as 5 principais pragas que podem colocar em risco a produtividade de sua lavoura de soja, é importante ressaltar que, ao conhecer os insetos que podem causar problemas à sua cultura, você pode tomar algumas medidas de manejo já na pré-safra, como controle de plantas daninhas e eliminação de restos culturais.

A Syngenta conta com uma importante iniciativa para orientar os produtores sobre as melhores práticas no manejo das pragas, bem como possui portfólio completo por meio de sua linha de fungicidas, herbicidas e inseticidas. Afinal são inúmeros os desafios que o sojicultor enfrenta para elevar a produtividade da sua lavoura.

Além disso, recomenda os princípios do manejo integrado, que auxiliam o produtor para maximizar a proteção de sua lavoura contra o complexo de pragas da soja.

A Syngenta acompanha os resultados da colheita da soja e outros grãos e entende seu papel em contribuir para a segurança alimentar mundial e segue dando seu apoio ao produtor, com opções para os diferentes momentos da lavoura.

Essas e outras ações reforçam o protagonismo da empresa no mercado em que atua e reforçam o compromisso em se manter conectada ao produtor dentro e fora de campo.

 

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