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Alta eficiência e proposta sustentável se destacam entre as vantagens do herbicida Calaris no controle de plantas daninhas do milho

Manejo de plantas daninhas de difícil controle demanda atenção desde as etapas iniciais do plantio. Lançamento da Syngenta pode ser usado em volume três vezes menor que a atrazina, proporcionando praticidade e economia ao produtor

30/04/2020 15:12:42

Atualizado:

19/05/2020 16:56:25

Embora sejam velhas conhecidas da cultura do milho, as plantas daninhas ainda tiram o sono dos produtores – até mesmo dos mais bem preparados e experientes. O controle dessas ervas, por conta da tolerância e da resistência que muitas apresentam, exige um monitoramento constante em todas as etapas do plantio. Ainda assim, mesmo que tenha cuidado em todas as etapas, o produtor sofre o risco de amargar perdas que podem impactar boa parte de uma safra.

Entre os principais desafios na lavoura de milho está o controle da soja tiguera, , e de gramíneas como o capim-amargoso, o capim colchão e o capim pé-de-galinha, que também costumam apresentar um difícil manejo e, não por acaso, exigem atenção redobrada durante todo o processo.

Além do combate à resistência das plantas invasoras, também é essencial o cuidado em etapas como a da dessecação da soja e do controle pré-emergente e pós-emergente. Todos estes processos combinados têm importância fundamental no manejo adequado do mato e refletem no sucesso do plantio, assim como a atenção ao uso do produto adequado no momento certo.

Etapas fundamentais do manejo

O desafio no controle das plantas daninhas do milho parte desde a fase de dessecação da soja. Por essa razão, fazer uma dessecação antecipada e a utilização de herbicidas pré-emergentes é um dos segredos para obter sucesso na lavoura, conforme aponta o engenheiro agrônomo, pesquisador e herbologista, Prof. Dr. Jamil Constantin. Ele comenta que, na maioria das vezes, no caso do milho safrinha, esta prática não é feita devidamente. “Quando esta cultura parte de uma soja muito infestada e se faz o plantio imediatamente em seguida, ocorre uma perda de produtividade”, observa.

Para acelerar a dessecação, há uma série de ferramentas disponíveis para não perder o timing do plantio. “O importante é ter em mente que não se pode plantar em cobertura que não esteja perfeitamente dessecada. Caso contrário, isso realmente implica em queda de produtividade”, reforça o especialista.

Daí a importância do uso de um pré-emergente, cuidado que, segundo Constantin, não é adotado por grande parte dos produtores. Segundo ele, muitos optam por fazer apenas uma sequencial em pós-emergente.

No entanto, de acordo com o especialista, é muito importante que o pré-emergente faça parte de qualquer sistema de produção. “Uma de suas principais funções é manter a produtividade da cultura pois, desta forma, a cultura sai no limpo e não há interferência precoce. E, além disso, usá-lo ajuda no controle da grande maioria das plantas daninhas, principalmente, das tolerantes e das resistentes”, completa.

Diferencial Calaris

Em meio a todo esse processo e, diante do problema de resistência ao glifosato, muitos produtores recorrem à atrazina, um produto altamente seletivo já utilizado há mais de 40 anos, que oferece um bom controle a um custo relativamente baixo. Porém, em alguns casos, nem mesmo a atrazina é capaz de combater as plantas daninhas que crescem junto com a cultura principal, principalmente as gramíneas.

Assim, para atender à demanda de produtores preocupados com a questão do controle de plantas daninhas no milho, a Syngenta se empenhou no desenvolvimento de um produto eficiente e inovador, capaz de controlar o problema de forma segura e definitiva. Assim surgiu o novo herbicida Calaris que, desde seu lançamento, tem demonstrado uma performance superior ao controle de daninhas – principalmente em relação às gramíneas.

“O Calaris tem, além da eficiência comprovada, esse aspecto de conveniência e seu caráter sustentável”, observa o Gerente de Portfólio Herbicidas da Syngenta, Luis Fernando Andrade. Afinal, segundo ele, o produto também oferece vantagens quanto à praticidade e economia que ele proporciona ao produtor, uma vez que ele pode ser usado em menor quantidade em relação à atrazina. “Recomendamos o uso de um litro por hectare de Calaris para três litros de atrazina que seriam utilizados por hectare. Portanto, ao utilizar uma dosagem três vezes menor, o produtor terá um controle ainda mais eficiente e de forma mais econômica”, destaca.

Luís Fernando ressalta que o Calaris é superior à atrazina, ressaltando três pontos importantes no trabalho no campo. “O primeiro se refere ao melhor desempenho do controle em si, e o segundo, à conveniência da praticidade, ao utilizar três vezes menos produto. Tudo isso com uma maior velocidade de ação“, completa.

Solução inovadora

A composição do Calaris oferece um amplo espectro de controle das principais plantas daninhas que incidem sobre a cultura do milho, com alto nível de eficácia e de manejo de ervas resistentes ao glifosato. O produto é recomendado para a pós-emergência, aplicado de forma isolada ou em associação com outros herbicidas.

Segundo Luís Fernando, uma das principais razões da boa performance do novo produto no campo é devido ao seu duplo mecanismo de ação, aliado a uma moderna formulação. “O Calaris mostra-se ainda superior e leva o controle a um outro patamar ainda melhor, com uma nítida melhora no controle das plantas daninhas, uma vez que ele traz esta diferença em seu mecanismo de ação”, avalia o gerente.

Cuidados essenciais

Mesmo tendo ao seu dispor uma solução eficiente e inovadora, é importante que, ainda assim, o produtor nunca perca o timing do manejo. “Se for feito um mau controle lá atrás, na soja, dependendo da solução que o produtor adotar, ou fazê-la na hora errada, a planta daninha que lá estiver e não for controlada a tempo vai permanecer e causará um dano futuro. Daí a grande importância do manejo correto de plantas daninhas na soja, para fazer o plantio do milho e ter uma lavoura no limpo”, reforça Luís Fernando.

O especialista da Syngenta ressalta a importância de os produtos voltados para o controle pós-emergente do milho – que é o caso, do Calaris – ser utilizado com plantas daninhas em estágios menores. Caso contrário, se as ervas estiverem muito grandes, o controle será bem mais difícil.

Eficiência comprovada

Por meio de estudos em que se analisou o nível de controle de diferentes produtos, o especialista Jamil Constantin pode observar efeito de pós-emergência do Calaris, bem como o desempenho de algumas misturas envolvendo essa solução, além da eficiência de seu efeito residual. “Comparando um litro de Calaris a três litros de Atrazina, para folha larga, fica no mínimo igual. Para folha estreita, ela ganha em disparado", conclui o especialista.

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