Sobre o hortifrúti:
Na cultura do hortifrúti – que engloba alimentos como, batata, tomate e cebola – os prejuízos anuais têm sido superiores a R$ 8 bilhões. A causa? Doenças rápidas e agressivas, especialmente a requeima e o míldio, que desenvolvem-se principalmente em climas úmidos e temperaturas amenas.

Mais produtos para a sua cultura de hortifrúti

Hortifrúti: tudo sobre a cultura


Hortifrúti é o termo que se refere a todo produto originado na horticultura e na fruticultura, ou seja: hortaliças, legumes, verduras e frutas em geral. Os produtos desse setor vêm ganhando maior representatividade nos últimos anos por conta do estímulo aos novos hábitos de consumo da população, mais saudáveis e conscientes.

A cultura de hortifrúti no Brasil


O Brasil é um forte atuante no mercado mundial da hortifruticultura. Ele é o 3° maior produtor de frutas do mundo, ficando atrás apenas da China e da Índia. São 45 milhões de toneladas produzidas anualmente em nosso país, das quais 35% são destinadas à exportação e 65% são consumidas internamente.

Além disso, o mercado brasileiro de hortaliças é bastante diversificado e segmentado, concentrando o seu volume de produção em seis espécies: alface, batata, cebola, cenoura, melancia e tomate. A agricultura familiar é responsável por mais da metade da produção de hortaliças no país.

Uma grande vantagem é que o território nacional conta com variados tipos de solo e clima que permitem o cultivo de praticamente todo tipo de frutas, com destaque para a laranja, da qual o Brasil é o maior produtor mundial.

Segundo a pesquisa Produção Agrícola Municipal (PAM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os estados com maior valor de produção de frutas em 2017 foram:
1° - São Paulo (R$ 10,6 bilhões)
2° - Pará (R$ 6,8 bilhões)
3° - Rio Grande do Sul (R$ 3,1 bilhões)

O estado de São Paulo lidera a produção nacional principalmente em decorrência da laranja, mas também se destaca em outras espécies como: banana, limão, tangerina e melancia. Já o Pará, que ocupa o segundo lugar, tem como principal produto o açaí, enquanto o Rio Grande do Sul se destaca pela produção de uva.

O investimento brasileiro em pesquisa agropecuária traz muitas contribuições para o setor dos hortifrútis no país. Por exemplo: a domesticação de espécies nativas, como o guaranazeiro, torna a planta mais produtiva e resistente às doenças; já a disponibilização de tecnologias disruptivas possibilitam ao Brasil produzir uvas até mesmo no semiárido.

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O clima tropical brasileiro é propício para o desenvolvimento de insetos, fungos, e plantas daninhas que podem gerar prejuízos anuais de mais de R$ 8 bilhões. Por isso, a Syngenta investe no desenvolvimento de tecnologias e defensivos agrícolas para melhorar a produtividade nas culturas de hortifrúti.

Para o manejo de pragas


Os cultivos de hortaliças são muito suscetíveis às infestações por inseto ou ácaro, que podem causar perdas de 80% da produção, dependendo de fatores como condições climáticas. Para combater essas pragas, a Syngenta conta com o inseticida Engeo Pleno S, altamente eficiente para o controle de insetos que afetam a cultura.

Minecto Pro, o mais recente lançamento Syngenta para culturas de hortifrúti, é um inseticida foliar de amplo espectro e multicultura, que oferece controle único para diversas pragas, se tornando uma ferramenta valiosa, pelo seu espectro de controle e no manejo antirresistência.

A Syngenta conta ainda em seu portfólio com Polytrin, inseticida e acaricida com ação de contato, ingestão e profundidade, que é eficaz em culturas como batata, tomate, cebola e melancia.

Outra opção é Trigard, um inseticida químico, fisiológico e sistêmico indicado especificamente para controle de mosca-minadora da folha em plantios de batata, melancia, feijão, pepino e tomate.

Para o manejo de doenças


Nas plantações de hortifrúti, as doenças costumam ser rápidas e agressivas, atacando diferentes frutas e vegetais e causando danos irreversíveis na produtividade e na qualidade da lavoura.

O oídio, por exemplo, tem ocorrência mais expressiva nos períodos de baixa umidade relativa do ar e de altas temperaturas. A desfolha é um dos primeiros sintomas, causando a redução da qualidade e produtividade das culturas.

A requeima também merece atenção dos produtores, principalmente nas culturas de batata e tomate. Sob clima úmido e fresco, o fungo responsável por essa doença pode sobreviver de um ano para o outro, e é disseminado através de vento, água e insetos.

Dessa forma, os fungicidas de alto desempenho são ferramentas para assegurar a saúde da plantação. Revus Opti é uma boa opção: ele conta com ação protetora e translaminar e foi desenvolvido para o tratamento da parte aérea das culturas de batata, cebola, tomate, melão, melancia e pepino.

Amistar Top tem atividade predominantemente preventiva, mas também possui ação curativa e antiesporulante. Ele é responsável por inibir a respiração e o crescimento dos fungos, distribuindo-se por movimento translaminar nos tecidos das plantas e protegendo as folhas. Além da requeima e do míldio, também é eficaz no controle da antracnose, ferrugem e manchas foliares.

A Syngenta conta com um amplo portfólio de produtos para a proteção de cultivos, que permite que o agricultor execute o manejo efetivo de alvos nas culturas de hortifrúti. São fungicidas, inseticidas e herbicidas desenvolvidos com o propósito de alcançar o potencial máximo de produtividade nas lavouras.