SOBRE A CULTURA DO FEIJÃO:


O feijão faz parte da “dupla” que é considerada a mais famosa da alimentação brasileira. rico em vários nutrientes principalmente ferro, cálcio e vitaminas do complexo B, o brasileiro consome em média de 16 a 17 Kg por ano. A Syngenta, líder nesse mercado, apresenta um portifolio completo, trazendo sempre as melhores tecnologias para contribuir para uma excelente colheita e rentabilidade.

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Cultura do Feijão: tudo o que você precisa saber sobre


Arroz é uma leguminosa é um dos principais grãos fornecedores de proteína na alimentação dos brasileiros. Além disso, possui boas quantidades de carboidratos, substância que garante a energia necessária para o funcionamento do corpo, e é também uma ótima fonte de ferro, vitaminas do complexo B e fibras.

O Brasil é o terceiro maior produtor mundial de feijão, depois de Myanmar e Índia, respectivamente. Típico produto da alimentação brasileira, é cultivado em todas as regiões, além de ser um dos alimentos mais antigos do mundo. Os estados do Paraná, Minas Gerais e Bahia se destacam como produtores de feijão-comum (Phaseolus vulgaris), com uma produção que corresponde a quase 50% do total nacional.

Além do papel relevante na alimentação do brasileiro, o feijão é um produto de grande importância econômica e social, principalmente por conta da mão-de-obra empregada durante o ciclo da cultura.

Cultura do feijão: a origem do grão


São diversas as hipóteses que visam explicar a origem e domesticação do feijoeiro. Uma delas é que o feijão teria sido domesticado na Mesoamérica, há cerca de 7.000 a.C., e disseminado posteriormente pela América do Sul.

Por outro lado, achados arqueológicos de feijões domesticados na América do Sul, mais especificamente no Peru há cerca de 10.000 a.C., são indícios de que o feijoeiro teria sido domesticado na América do Sul e então levado para a América do Norte.

Dados mais recentes sugerem a existência de três centros primários de diversidade genética do feijão, tanto para espécies silvestres como cultivadas:
1. Mesoamericano - do sudeste dos Estados Unidos até o Panamá, tendo como zonas principais o México e a Guatemala;
2. Sul dos Andes - abrange desde o norte do Peru até as províncias do noroeste da Argentina e
3. Norte dos Andes - da Colômbia e Venezuela até o norte do Peru.

Além dos centros americanos primários, podem ser identificados outros centros secundários em algumas regiões da Europa, Ásia e África.

Os feijões estão entre os alimentos mais antigos do mundo, com seus registros diretamente associados aos primeiros registros da história da humanidade. No antigo Egito e na Grécia eram cultuados como símbolo da vida. Também faziam parte das festas gastronômicas dos antigos romanos e sua importância para esse povo era tão grande que era utilizado como pagamento de apostas.

A maioria dos historiadores atribui a disseminação dos feijões no mundo em decorrência das guerras, pois esse alimento fazia parte essencial da dieta dos guerreiros.

A cultura do feijão no Brasil


Por volta do século XVI, os índios chamavam o feijão de “comanda” e o comiam com farinha. Atualmente, as três espécies de feijão mais cultivadas no Brasil são:
Feijão-comum (Phaseolus vulgaris), também conhecido como “carioca”;
Feijão macassar (Vigna unguiculata), comum principalmente nas Regiões Norte e Nordeste e
Feijão-guandu (Cajanus cajan), muito utilizado na alimentação de animais.

O ciclo curto da cultura possibilita o plantio de até três safras durante a temporada no Brasil. Nas Regiões Sul e Sudeste, o plantio da 1ª safra vai de agosto a dezembro, com colheita nos meses de novembro a abril. Já na Região Centro-Oeste, Nordeste e Norte, o plantio é de outubro a fevereiro e a colheita, em janeiro a maio.

O plantio da 2ª safra na Região Sul e Sudeste vai de janeiro a abril e a colheita se dá nos meses de março a agosto. Já na Região Centro-Oeste, Norte e Nordeste, o plantio fica entre os meses de janeiro a junho e a colheita de março a setembro.

Por fim, o plantio nas Regiões Sul e Sudeste da 3ª safra vai de março a junho, com a colheita nos meses de junho a outubro. Já nas Regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste, o plantio é realizado nos meses de abril a junho e a colheita, de junho a outubro.

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Para as doenças do feijão


A antracnose (Colletotrichum lindemuthianum) é uma das principais doenças que atacam a cultura do feijão e, se não tiver o manejo correto, pode resultar em perda total da produção. Os sintomas podem ser observados em toda a parte aérea da planta, sendo mais comum lesões necróticas marrom-escuras nas nervuras da parte inferior das folhas.

As lesões causadas pela antracnose nos caules e hastes são alongadas, escuras e às vezes deprimidas. Já nas vagens, podem ainda apresentar o centro de coloração mais clara ou rosada, devido à esporulação do fungo. As sementes infectadas são geralmente descoloridas e podem apresentar lesões de coloração marrom.

Já a mancha angular (Phaeoisariopsis griseola), tem maior incidência nos períodos de alta umidade e temperatura mais elevadas. Os primeiros sintomas podem ser observados no caule, nas folhas e nas vagens da planta. Nas folhas, formam-se lesões de coloração acinzentada e formato irregular que evoluem para lesões marrom-escura e formato angular.

Quando o ataque acontece nas hastes, causa lesões alongadas e escuras e, chegando nas vagens, pode ser percebido a partir de manchas arredondadas de coloração castanha-escura.

Lançamento da Syngenta, o fungicida Bravonil Top foi desenvolvido para combater as principais doenças do feijão e contém em sua composição o Clorotalonil e Difenoconazol, ativos que apresentam alta efetividade no controle da antracnose e mancha angular.

Outra opção é Amistar Top, um fungicida sistêmico eficaz no controle de diversas doenças do feijão. Possui atividade predominantemente preventiva, mas também ação curativa e antiesporulante. Seu ingrediente ativo é responsável por inibir a respiração dos fungos, distribuindo-se por movimento translaminar nos tecidos das plantas, além de inibir o crescimento dos fungos, protegendo as folhas em ambos lados.

Para tratamento de sementes de feijão


Para o tratamento de sementes, a Syngenta desenvolveu Cruiser Advanced, um fungicida e inseticida que é eficaz no combate às pragas como vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa), mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) e doenças como antracnose (Colletotrichum lindemuthianum), mancha-de-fusarium (Fusarium oxysporum f.sp. phaseoli), podridão-dos-grãos armazenados (Aspergillus flavus) e mancha-de-alternaria (Alternaria alternata).

A Syngenta conta com um portfólio portfólio com fungicidas, herbicidas e inseticidas que combatem inúmeras doenças, plantas daninhas e pragas na cultura do feijão para extrair o máximo da sua lavoura.