Sobre o Café:
O Brasil é o maior produtor global de café. A atividade, no entanto, é afetada por um complexo de pragas capaz de impactar negativamente a produção. Para enfrentar com eficiência o ataque de insetos como bicho-mineiro, cigarra e broca-do-cafeeiro, a Syngenta conta com o Café Forte Xtra, uma estratégia que reúne as melhores soluções do mercado para que o cafeicultor obtenha maior produtividade.

Pragas e doenças do café: conheça mais sobre as soluções Syngenta

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Mais produtos para a cultura do café

Inseticida e acaricida de contato e ingestão. Na soja, tem eficácia no manejo de lagartas e ácaros. No café, controla pragas como broca, bicho-mineiro e ácaro-vermelho.

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Inseticida sistêmico de contato e ingestão. Na cultura de café, controla pragas como bicho-mineiro e cigarra-do-cafeeiro. Ideal também para utilização em plantios de milho.

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Fungicida sistêmico com ações preventiva, curativa e antiesporulante. Controla doenças em diferentes culturas, entre elas soja, milho, café, algodão e trigo.

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Herbicida sistêmico seletivo para soja e milho geneticamente modificados com resistência ao glifosato. Não seletivo para demais variedades e híbridos convencionais.

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Fungicida sistêmico para prevenção de doenças de parte aérea (culturas como algodão, café, milho, soja e trigo), tratamento de mudas e aplicação no sulco de plantio de cana.

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Inseticida sistêmico. Indicado para uma série de culturas, entre elas cana-de-açúcar, café e algodão. Controla diferentes pragas, como moscas, pulgões e cigarrinhas.

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Inseticida e fungicida sistêmico. Recomendado para uso em lavouras de soja e de café. Eficaz no controle de ferrugens, percevejos, bicho-mineiro e cigarra-do-cafeeiro.

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Acaricida e inseticida de contato e ingestão. Para uso em culturas como soja, café e algodão. Combate pragas como mosca-branca e diferentes pulgões e ácaros.

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Inseticida fisiológico, de contato e ingestão. Recomendado para utilização em plantios de soja e café. Controla pragas como lagartas, ácaro-vermelho e bicho-mineiro.

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Café: tudo sobre a cultura


Café é uma planta que teve origem na Etiópia. Seu grão é consumido por todo o mundo nas mais diferentes formas. É conhecido pela cafeína, substância que possui ação estimulante no sistema nervoso central, capaz de aumentar o estado de alerta, o foco e a concentração.

Atualmente, o Brasil é o maior produtor mundial e exportador de café, além de ocupar a segunda posição entre os países consumidores da bebida. De acordo com dados da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), a expectativa de produtividade para a safra de 2020 varia entre 30,31 e 32,89 sacas por hectare.

Café: a origem do grão


Segundo a lenda, um pastor da região passou a notar que as suas cabras ficavam alteradas, mais espertas, ao comer as folhas e frutos do cafeeiro. Então ele decidiu experimentar a planta de café e sentiu maior vivacidade e energia.

Da Etiópia, o café chegou na Arábia, onde a planta era considerada milagrosa e tinha um papel social muito importante, principalmente pelo seu uso medicinal. Em seguida, o grão foi levado para o Egito e, um pouco mais tarde, chegou à Turquia. Na Europa, o café chegou no século XVII e foi produzido, primeiramente, na Inglaterra e na Itália. Em pouco tempo, chegou a outros países como Suíça, Holanda, Alemanha, França e Dinamarca.

Depois, o café chegou no continente americano. Foram os holandeses que disseminaram o café pelo mundo. Inicialmente transformaram suas colônias em grandes plantações de café e, junto com franceses e portugueses, transportaram o café para a América.

A cultura de café no Brasil


A relação do Brasil com o café começou, na verdade, quando mudas vindas do Jardim Botânico de Amsterdã chegaram até à Guiana Francesa, atual Suriname. Foi o sargento Francisco de Mello Palheta quem transportou uma muda de lá para cá, a pedido do governador do Pará em 1727, porém a cultura não se difundiu bem no estado devido ao clima.

O café foi então transferido para o Maranhão e para a Bahia. Em 1774, as sementes chegaram ao Rio de Janeiro e de lá o cultivo se espalhou para outros estados: Paraná, Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo. Entre os anos de 1800 a 1930, o café foi extremamente importante para a economia brasileira, sendo um marco na história do país pelo seu cultivo e exportação.

Nesse período, o Vale do Paraíba, localizado entre os estados do Rio de Janeiro e São Paulo, concentrava toda a produção de café do Brasil. A região possuía excelentes condições climáticas para a plantação do grão, o que contribuiu para que o Vale se tornasse uma verdadeira influência para a economia, com o grão em alta no mercado internacional. Durante a primeira metade do século XX, o café foi o responsável por tornar o estado de São Paulo um dos mais ricos do país.

Atualmente, a Região Sudeste se destaca na produção de café no Brasil, principalmente Minas Gerais, o maior estado produtor de café arábica. Já o Espírito Santo é o segundo maior produtor, sendo o principal quando falamos em café conilon, com plantações nas áreas mais quente ao norte do estado.

Conheça mais sobre as soluções Syngenta para a lavoura de café


O Brasil é o maior produtor global de café e, para proteger a cultura do complexo de pragas e doenças capazes de impactar a qualidade do grão e a produtividade da lavoura, a Syngenta está sempre em busca de criar e desenvolver novas tecnologias para o manejo na cultura.

Para as pragas que atacam os cafezais


O bicho-mineiro (Leucoptera coffeella) é uma das principais pragas que afetam as lavouras de café arábica no país. Trata-se de uma pequena mariposa que põe ovos nas folhas produtivas do cafeeiro. Dias depois, as larvas penetram nas folhas cavando galerias e formando minas. O problema é que, para se defender, a planta produz um hormônio que acelera o processo de desfolha. Com a queda das folhas, também secam os galhos, diminuindo o potencial produtivo da lavoura.

Já a broca-do-café (Hypotenemus hampei) é outra praga comum encontrada nas diversas regiões produtores, o dano é provocado na fase de formação do fruto, e depois de formados os grãos perfurados serão considerados como defeito. O que reduz o valor de venda da saca de café, afetando a rentabilidade do produtor.

Se não forem controladas com eficiência, estas pragas podem reduzir a produtividade do cafezal em até 50%. Por isso, o manejo adequado [MLB1] é essencial para a proteção da lavoura e pode ser realizado com Voliam Targo, um inseticida e acaricida de contato e ingestão.

A solução da Syngenta controla, ao mesmo tempo, a broca-do-café, o bicho-mineiro e o ácaro vermelho (Oligonychus ilicis), que antes demandavam produtos distintos para seu controle. Desenvolvido com uma tecnologia precisa, Voliam Targo é eficaz na proteção das folhas e dos frutos do café, com um longo período de controle.

Outra ferramenta precisa no controle de pragas do café é Durivo , inseticida que promove um maior desenvolvimento vegetativo na fase inicial de formação da lavoura. O produto deve ser aplicado no solo e, quando absorvido, chega até a copa do café, maximizando o vigor da planta, e proporcionando maior produtividade e rentabilidade.

Com dois princípios ativos em sua formulação, Durivo proporciona um efeito bioativador, responsável pelo aumento do vigor e crescimento muito perceptível no número de folhas da planta. Além disso, o cafezal também é beneficiado com uma alta taxa fotossintética e raízes mais profundas.

Para as doenças do café


O período de florada do café requer atenção redobrada, pois qualquer doença que cause a queda das flores e chumbinhos pode impactar diretamente na produtividade.. Um exemplo é a mancha de phoma (Phoma sp.)(, doença que causa lesões profundas e escuras, ocasionando a seca do ponteiro da planta. Nas folhas, ocorrem manchas escuras de tamanho variado e halo concêntrico.

Para acabar com a mancha de phoma, recomenda-se o uso de Priori Top, um fungicida sistêmico com ação preventiva, curativa e anti-esporulante. É a solução de mais alta performance para o manejo da lavoura durante a florada, contribuindo assim para o aumento de produtividade.

Já a ferrugem do café (Hemileia vastatrix) é uma infestação normalmente percebida em estágio avançado e que pode devastar plantações inteiras. O fungo responsável provoca a desfolha da planta e o consequente secamento dos ramos produtivos da árvore. Para combatê-la, a Syngenta recomenda o uso de Priori Xtra, fungicida sistêmico usado no manejo preventivo e capaz de incrementar qualidade do produto final.

A Syngenta possui um amplo portfólio de produtos e soluções que combatem inúmeras pragas e doenças [MLB2] na cultura de café com o propósito de extrair o potencial máximo da sua lavoura.