SOBRE A CULTURA DO ARROZ


O arroz está presente praticamente todos os dias na mesa do brasileiro, é uma gramínea que alimenta mais da metade da população humana do mundo, rico em fibras, carboidrato e proteínas. A Syngenta possui ótimas soluções para o controle de plantas daninhas e principais pragas e doenças do arroz, tendo como missão estarmos sempre próximos do produtor para contribuir em uma excelente colheita

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Cultura do Arroz: tudo o que você precisa saber sobre


Arroz é uma planta da família das gramíneas, do gênero Oryza, e possui cerca de 20 espécies, sendo a mais cultivada a Oryza sativa. Rico em fibras, carboidratos e proteínas, o grão alimenta mais da metade da população do mundo.

É considerado pela Organização Mundial de Alimentação e Agricultura (FAO) como um dos alimentos mais importantes para a nutrição humana e desempenha um papel estratégico em nível econômico e social: além de ser fundamental na luta contra a fome, também gera emprego e renda para milhões de pessoas.

O arroz apresenta grande capacidade de adaptação a diferentes condições de solo e clima e é a terceira maior cultura cerealífera do mundo, ficando atrás apenas do milho e do trigo. Atualmente, os países asiáticos são responsáveis por cerca de 90% da produção e consumo mundial do grão.

O Brasil também se destaca por sua participação no fornecimento do produto, tanto ao mercado interno quanto externo, uma vez que o arroz está presente praticamente todos os dias na mesa do brasileiro.

Cultura do arroz: a origem do grão


Apesar dos primórdios do arroz não serem muito precisos, acredita-se que as espécies Oryza sativa e Oryza rufipogon tiveram sua origem na Ásia, mais precisamente Índia e China, respectivamente. Já as espécies Oryza barthii e Oryza glaberrima foram originadas na África Ocidental.

No Japão, foi introduzido por volta do ano 100 a.C. pelo chineses. Já nos países mediterrâneos, o arroz foi levado pelos árabes para a região do Delta do Nilo, enquanto na Europa ele surgiu através do contato entre povos da Macedônia e da Índia. A chegada do cereal à Espanha teria ocorrido através do povo nômade conhecido como sarracenos, e os espanhóis teriam levado o arroz para a Itália e sido responsáveis pela introdução da cultura nas Américas.

Já os turcos teriam desenvolvido o cultivo de arroz no sudeste da Europa, entre os séculos VII e VIII, com a entrada dos árabes na Península Ibérica. Na América do Norte, estima-se que o arroz teria sido cultivado pela primeira vez no ano de 1694.

A cultura do arroz no Brasil


Alguns autores apontam que o desenvolvimento do arroz no Brasil teria ocorrido de forma espontânea e que o país foi o primeiro a cultivar esse cereal no continente americano. O grão era conhecido inicialmente como “milho d'água” pelos índios tupis, que muito antes da chegada dos portugueses já colhiam o arroz nos alagados próximos ao litoral.

No entanto, o seu cultivo só passou a ser relatado após o ano de 1530, na Capitania de São Vicente, e espalhou-se mais tarde por outras regiões do litoral, sempre em pequenas lavouras de subsistência. Em meados do século XVI, os colonizadores portugueses iniciaram a prática da orizicultura em terras secas, ocupando áreas no Maranhão (1745), Pernambuco (1750), Pará (1772) e na Bahia (1857).

Em 1766, a Coroa Portuguesa autorizou a instalação da primeira descascadora de arroz no país, no Rio de Janeiro. Depois, em 1781, os portugueses decidiram proibir a importação de arroz brasileiro para proteger a produção local. Somente com a abertura dos portos brasileiros, a partir de 1808, é que o Brasil passou a receber maiores quantidades do grão, o que contribuiu para modificar os hábitos alimentares da população. Como lavoura comercial, a produção foi iniciada apenas em 1904, em Pelotas, no Rio Grande do Sul.

A cultura do arroz no Brasil assumiu uma importância social, econômica e política desde os tempos coloniais, em que era utilizado para a subsistência de colonizadores e escravos. Ao longo dos anos, a produção foi aumentando seu destaque, a fim de atender as necessidades dos consumidores e reduzir a dependência da importação.

Atualmente, são considerados dois grandes ecossistemas para a orizicultura: o de várzeas, que é irrigado por inundação controlada, predominante na Região Sul do Brasil, e o de terras altas, englobando o de sequeiro e com irrigação suplementar por aspersão, mais comum na Região Centro-Oeste.

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O manejo de pragas na cultura do arroz implica diretamente na produtividade e qualidade final do grão. E a Syngenta possui ótimas soluções para o controle de pragas.

A bicheira-da-raiz (Oryzophagus oryzae) é uma praga de grande importância econômica para o cultivo do arroz irrigado. Ela leva esse nome pois ataca as raízes da cultura, provocando manchas cloróticas e, posteriormente, o secamento e morte das plantas.

Para combater essa praga, Cruiser Opti atua como um inseticida sistêmico e de contato na cultura de arroz, com ação residual prolongada, garantindo a manutenção de estande e proporcionando aumento da produtividade.

O tratamento de sementes da Syngenta controla as pragas iniciais e proporciona aumento da produtividade e vigor para a cultura.

Deve ser usado para realizar o tratamento nas áreas com histórico de ataque das pragas nos plantios anteriores ou onde a cultura anterior for pastagem. Entre os benefícios do produto, estão:
Aumento da produtividade;
Controle das principais pragas, como a bicheira-da-raiz, cigarrinha-das-pastagens (Deois flavopicta) e cupim-de-montículo (Procornitermes triacifer);
Manutenção de estande, melhor enraizamento e maior número de panículas/m².

A Syngenta conta com um amplo portfólio de proteção de cultivos, que permite que o agricultor execute adequadamente o manejo estratégico de alvos na cultura do arroz. São fungicidas, inseticidas e herbicidas desenvolvidos com o propósito de promover o potencial máximo de produtividade na lavoura.